sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O planeta depende de nós

Pequenas ações podem fazer toda a diferença

SEPARE – separar o lixo é importante, pois nem todo lixo pode ser descartado da mesma forma. Pilhas e baterias, por exemplo, são altamente contaminadores e possuem coleta própria.

RECICLE – o óleo de cozinha deve ser separado e não jogado no ralo da pia, como fazem muitas donas de casa. Garrafas pet e latinhas podem virar outros objetos. Várias empresas recolhem os restos para transformá-los e reaproveitá-los.

REUTILIZE – dos potes de sorvete que não vão diretamente para o lixo, passando pelo material de demolição reaproveitado de construções que já não existem mais, todo tipo de material pode ser reaproveitado, basta saber qual a melhor aplicação para cada material.

FISCALIZE – para saber se as pequenas atitudes estão obtendo resultados, é necessário que a população fiscalize a ação de empresas e governo em relação às políticas ambientais. Como estão sendo aplicados recursos? O que está sendo feito para acabar com o desperdício e abuso de matérias-primas? Quais as punições para quem infringe a legislação?

Fonte: Altarede

terça-feira, 13 de julho de 2010

Código Floresta

Recebi essa mensagem por email.

"Olá, ciberativista

Nessa terça-feira, frente ao tratoraço dos ruralistas para aprovar o relatório de Aldo Rebelo, nós, do Greenpeace, organizamos um protesto dentro da Câmara dos Deputados, durante a reunião da Comissão Especial criada para analisar mudanças no Código Florestal. Soamos sirenes para alertar toda a sociedade e a mídia sobre o perigo que ronda nossas florestas.

Um banner com os dizeres “Não vote em quem mata florestas” parou a sessão por alguns minutos veja no vídeo.

O resultado foram três ativistas agredidas física e verbalmente pela segurança da casa, fotos e matérias nos grandes veículos do país sobre o assunto e uma sociedade atenta à decisão dos deputados. O texto final, aprovado por 13 votos a 5, dá muito poder aos estados, joga a conta da preservação para todos os brasileiros, e premia com anistia quem cometeu crimes ambientais. Saiba mais.

A aprovação na comissão especial, contudo, não é o fim de um processo. Daqui, o texto do relatório ainda percorre um bom caminho na Câmara e no Senado. Ele deve ser mudado, disputado, e ser pauta de muitos debates públicos, a começar pelas eleições. E seu papel, ciberativista, será mais que decisivo nesse momento, já que durante o período eleitoral a sociedade deverá exigir o que é interesse do Brasil.

Entenda o caminho já percorrido pelo relatório.

Fique de olho. Veja abaixo quem votou contra e à favor do relatório de Aldo e continue acompanhando conosco os próximos passos da campanha em defesa das florestas. Compartilhe também essas informações com seus amigos. Agradeço mais uma vez o seu apoio e engajamento.


Quem votou pela mudança do Código Florestal:

Aldo Rebelo (PCdoB-SP)
E-mail: dep.aldorebelo@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Anselmo De Jesus (PT-RO)
E-mail: dep.anselmodejesus@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Duarte Nogueira (PSDB-SP)
E-mail: dep.duartenogueira@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Eduardo Seabra (PTB-AP)
E-mail: dep.eduardoseabra@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Ernandes Amorim (PTB-RO)
E-mail: dep.ernandesamorim@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Homero Pereira (PR-MT)
E-mail: dep.homeropereira@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Luis Carlos Heinze (PP-RS)
E-mail: dep.luiscarlosheinze@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Marcos Montes (DEM-MG)
E-mail: dep.marcosmontes@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Moacir Micheletto (PMDB-PR)
E-mail: dep.moacirmicheletto@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Moreira Mendes Moreira Mendes (PPS-RO)
E-mail: dep.moreiramendes@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Paulo Piau (PPS-MG)
E-mail: dep.paulopiau@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Reinhold Stephanes (PMDB-PR)
E-mail: dep.reinholdstephanes@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Valdir Colatto Valdir Colatto (PMDB-SC)
E-mail: dep.valdircolatto@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados

Quem votou contra mudança do Código Florestal:
Dr. Rosinha (PT-PR)
E-mail: dep.dr.rosinha@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Ivan Valente (PSOL-SP)
E-mail: dep.ivanvalente@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Sarney Filho (PV-MA)
E-mail: dep.sarneyfilho@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Ricardo Tripoli (PSDB-SP)
E-mail: dep.ricardotripoli@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
E-mail: dep.rodrigorollemberg@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados"





Rafael Cruz
Coordenador de campanha
Greenpeace "

VAMOS FICAR A FAVOR DO VERDE!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Guerra ao café

O que o aumento da produção de café de Minas Gerais tem a ver com o consumo mundial de drogas? Para a Colômbia e o México, tem tudo a ver. O jornal britânico Financial Times publicou hoje uma reportagem sobre a ofensiva de produtores colombianos e mexicanos contra o café brasileiro. Isso porque a bolsa de commodities de Nova York, a Ice Futures US, cogita incluir o grão brasileiro no contrato futuro de café arábica, do tipo despolpado. O contrato determina o padrão de qualidade do café negociado. Hoje, a produção de 19 países é referendada pela Ice, entre eles, Quênia, Nova Guiné e, obviamente, Colômbia. O Brasil, maior produtor mundial, não está nesse grupo de elite. Mas como a produção brasileira de café de qualidade está em franca expansão, a Ice estuda a inclusão do país na lista – o que valorizaria o grão nacional. A gritaria da concorrência foi imediata. O argumento dos colombianos é obtuso: o contrato da Ice estimularia os produtores brasileiros a cultivar uma quantidade muito maior de café de qualidade, roubando participação de mercado de países como Colômbia e México. Sem opção, os cafeicultores desses países deixariam de cultivar o grão para produzir coca – a matéria-prima da cocaína. “Eles apelam sistematicamente a esse tipo de argumento”, diz Guilherme Braga, diretor do Conselho de Exportadores de Café. “Qualquer movimento que favoreça a cafeicultura brasileira é contra-atacado com ameaças de expansão da produção de drogas”.

Em 2004, uma discussão semelhante rondou a Ice – que tem total interesse em colocar o grão brasileiro no contrato comercializado (afinal, o mercado futuro tem de espelhar o mercado físico). Na época, o lobby colombiano convenceu vários congressistas americanos, que fizeram pressão para a proposta ser engavetada. Afinal, os Estados Unidos gastam fábulas com o programa de combate ao narcotráfico na Colômbia – em 2009, foram nada menos que 720 milhões de dólares.

Com ou sem o aval da Ice, o café brasileiro de qualidade continua ganhando o mercado externo. No ano passado, foram exportadas 3,5 milhões de sacas (pouco mais que 10% do total comercializado pelo país), dez vezes mais que o volume do ano 2000. Outro sinal do reconhecimento é de quem realmente entende da xicrinha. Em maio, Dub Hay, vice-presidente da rede Starbucks, esteve no Brasil e disse que mais de 50% do café que será importado pela rede em 2010 deverá vir do país.

Fonte:Portal Exame

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Ameaça aos botos

Há pelo menos dez anos, pescadores caçam botos na Amazônia para produzir isca e fisgar o piracatinga. Mas até agora agentes ambientais só souberam sobre a ocorrência do crime por meio de relatos de ribeirinhos e rastros deixados para trás, como gaiolas de caça. A fiscalização não flagrou nenhum infrator.

Levantamento do Instituto Mamirauá indica que o quilo do piracatinga é vendido por R$ 0,40 a 0,80 pelo pescador e por R$ 2,80 nos barcos frigoríficos. No mercado de peixes de Bogotá, cada quilo custa R$ 4,40, valor que sobe para R$ 16 em outros mercados. A caça de botos é considerada crime ambiental, com pena que vai de seis meses a um ano de detenção. A punição pode ser multiplicada três vezes caso a caça seja comercial.

Fonte:Globo Amazônia

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Vazamento de Petróleo continua

No dia 20 de abril (sexta-feira), ocorreu uma explosão seguida pelo afundamento da plataforma Deepwater Horizon localizada no Golfo do México. A plataforma de petróleo era operada pela empresa britânica: British Petroleum (BP).

Bem, hoje fazem exatamente 36 dias de vazamento e quase nada resolvido. O que me irrita é que a catástrofe está aí... o que será da vida marinha agora?

Está sendo lançado ao mar 5 mil barris de petróleo na costa dos EUA. Algumas medidas foram tomadas para evitar que a mancha de petróleo atingisse áreas como o pântano localizado em Louisiana, habitat de várias espécies da fauna e flora locais; A contenção da mancha foi feita com barreiras comumente utilizadas em acidentes como este. Outra medida também foi tomada: equipes de emergência estão isolando em bóias a mancha de petróleo e provocando incêndio nesta, para que o petróleo seja eliminado.

No entanto, essas medidas não vêm obtendo sucesso por alguns fatores: os ventos na área estão extremamente fortes, o que implica na aproximação da mancha ao continente conseqüentemente aproxima-se de áreas e praias que são refúgios de vida selvagem; a queima do petróleo implica em eliminação de resíduos, o que causa poluição nas águas da costa americana.

Enquanto isso estamos esperando... e a natureza também!