Um problema Ambiental!!!
Com o crescimento da tecnologia é cada vez mais comum e a troca de equipamentos eletrônicos de forma mais rápida, isso gera uma grande quantidade de lixo eletrônico que muitas das vezes as pessoas não sabem como descartar.
Pensando nisso resolvi criar um Empresa que recolhe esse tipo de eletrônico que não é mais utilizado. Entre ele estão computadores, laptops, celulares entre outros.
Estarei postando mais informações aqui em breve!
terça-feira, 26 de março de 2013
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
O planeta depende de nós
Pequenas ações podem fazer toda a diferença
SEPARE – separar o lixo é importante, pois nem todo lixo pode ser descartado da mesma forma. Pilhas e baterias, por exemplo, são altamente contaminadores e possuem coleta própria.
RECICLE – o óleo de cozinha deve ser separado e não jogado no ralo da pia, como fazem muitas donas de casa. Garrafas pet e latinhas podem virar outros objetos. Várias empresas recolhem os restos para transformá-los e reaproveitá-los.
REUTILIZE – dos potes de sorvete que não vão diretamente para o lixo, passando pelo material de demolição reaproveitado de construções que já não existem mais, todo tipo de material pode ser reaproveitado, basta saber qual a melhor aplicação para cada material.
FISCALIZE – para saber se as pequenas atitudes estão obtendo resultados, é necessário que a população fiscalize a ação de empresas e governo em relação às políticas ambientais. Como estão sendo aplicados recursos? O que está sendo feito para acabar com o desperdício e abuso de matérias-primas? Quais as punições para quem infringe a legislação?
Fonte: Altarede
SEPARE – separar o lixo é importante, pois nem todo lixo pode ser descartado da mesma forma. Pilhas e baterias, por exemplo, são altamente contaminadores e possuem coleta própria.
RECICLE – o óleo de cozinha deve ser separado e não jogado no ralo da pia, como fazem muitas donas de casa. Garrafas pet e latinhas podem virar outros objetos. Várias empresas recolhem os restos para transformá-los e reaproveitá-los.
REUTILIZE – dos potes de sorvete que não vão diretamente para o lixo, passando pelo material de demolição reaproveitado de construções que já não existem mais, todo tipo de material pode ser reaproveitado, basta saber qual a melhor aplicação para cada material.
FISCALIZE – para saber se as pequenas atitudes estão obtendo resultados, é necessário que a população fiscalize a ação de empresas e governo em relação às políticas ambientais. Como estão sendo aplicados recursos? O que está sendo feito para acabar com o desperdício e abuso de matérias-primas? Quais as punições para quem infringe a legislação?
Fonte: Altarede
terça-feira, 13 de julho de 2010
Código Floresta
Recebi essa mensagem por email.
"Olá, ciberativista
Nessa terça-feira, frente ao tratoraço dos ruralistas para aprovar o relatório de Aldo Rebelo, nós, do Greenpeace, organizamos um protesto dentro da Câmara dos Deputados, durante a reunião da Comissão Especial criada para analisar mudanças no Código Florestal. Soamos sirenes para alertar toda a sociedade e a mídia sobre o perigo que ronda nossas florestas.
Um banner com os dizeres “Não vote em quem mata florestas” parou a sessão por alguns minutos veja no vídeo.
O resultado foram três ativistas agredidas física e verbalmente pela segurança da casa, fotos e matérias nos grandes veículos do país sobre o assunto e uma sociedade atenta à decisão dos deputados. O texto final, aprovado por 13 votos a 5, dá muito poder aos estados, joga a conta da preservação para todos os brasileiros, e premia com anistia quem cometeu crimes ambientais. Saiba mais.
A aprovação na comissão especial, contudo, não é o fim de um processo. Daqui, o texto do relatório ainda percorre um bom caminho na Câmara e no Senado. Ele deve ser mudado, disputado, e ser pauta de muitos debates públicos, a começar pelas eleições. E seu papel, ciberativista, será mais que decisivo nesse momento, já que durante o período eleitoral a sociedade deverá exigir o que é interesse do Brasil.
Entenda o caminho já percorrido pelo relatório.
Fique de olho. Veja abaixo quem votou contra e à favor do relatório de Aldo e continue acompanhando conosco os próximos passos da campanha em defesa das florestas. Compartilhe também essas informações com seus amigos. Agradeço mais uma vez o seu apoio e engajamento.
Quem votou pela mudança do Código Florestal:
Aldo Rebelo (PCdoB-SP)
E-mail: dep.aldorebelo@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Anselmo De Jesus (PT-RO)
E-mail: dep.anselmodejesus@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Duarte Nogueira (PSDB-SP)
E-mail: dep.duartenogueira@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Eduardo Seabra (PTB-AP)
E-mail: dep.eduardoseabra@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Ernandes Amorim (PTB-RO)
E-mail: dep.ernandesamorim@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Homero Pereira (PR-MT)
E-mail: dep.homeropereira@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Luis Carlos Heinze (PP-RS)
E-mail: dep.luiscarlosheinze@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Marcos Montes (DEM-MG)
E-mail: dep.marcosmontes@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Moacir Micheletto (PMDB-PR)
E-mail: dep.moacirmicheletto@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Moreira Mendes Moreira Mendes (PPS-RO)
E-mail: dep.moreiramendes@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Paulo Piau (PPS-MG)
E-mail: dep.paulopiau@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Reinhold Stephanes (PMDB-PR)
E-mail: dep.reinholdstephanes@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Valdir Colatto Valdir Colatto (PMDB-SC)
E-mail: dep.valdircolatto@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Quem votou contra mudança do Código Florestal:
Dr. Rosinha (PT-PR)
E-mail: dep.dr.rosinha@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Ivan Valente (PSOL-SP)
E-mail: dep.ivanvalente@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Sarney Filho (PV-MA)
E-mail: dep.sarneyfilho@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Ricardo Tripoli (PSDB-SP)
E-mail: dep.ricardotripoli@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
E-mail: dep.rodrigorollemberg@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados"
Rafael Cruz
Coordenador de campanha
Greenpeace "
VAMOS FICAR A FAVOR DO VERDE!
"Olá, ciberativista
Nessa terça-feira, frente ao tratoraço dos ruralistas para aprovar o relatório de Aldo Rebelo, nós, do Greenpeace, organizamos um protesto dentro da Câmara dos Deputados, durante a reunião da Comissão Especial criada para analisar mudanças no Código Florestal. Soamos sirenes para alertar toda a sociedade e a mídia sobre o perigo que ronda nossas florestas.
Um banner com os dizeres “Não vote em quem mata florestas” parou a sessão por alguns minutos veja no vídeo.
O resultado foram três ativistas agredidas física e verbalmente pela segurança da casa, fotos e matérias nos grandes veículos do país sobre o assunto e uma sociedade atenta à decisão dos deputados. O texto final, aprovado por 13 votos a 5, dá muito poder aos estados, joga a conta da preservação para todos os brasileiros, e premia com anistia quem cometeu crimes ambientais. Saiba mais.
A aprovação na comissão especial, contudo, não é o fim de um processo. Daqui, o texto do relatório ainda percorre um bom caminho na Câmara e no Senado. Ele deve ser mudado, disputado, e ser pauta de muitos debates públicos, a começar pelas eleições. E seu papel, ciberativista, será mais que decisivo nesse momento, já que durante o período eleitoral a sociedade deverá exigir o que é interesse do Brasil.
Entenda o caminho já percorrido pelo relatório.
Fique de olho. Veja abaixo quem votou contra e à favor do relatório de Aldo e continue acompanhando conosco os próximos passos da campanha em defesa das florestas. Compartilhe também essas informações com seus amigos. Agradeço mais uma vez o seu apoio e engajamento.
Quem votou pela mudança do Código Florestal:
Aldo Rebelo (PCdoB-SP)
E-mail: dep.aldorebelo@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Anselmo De Jesus (PT-RO)
E-mail: dep.anselmodejesus@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Duarte Nogueira (PSDB-SP)
E-mail: dep.duartenogueira@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Eduardo Seabra (PTB-AP)
E-mail: dep.eduardoseabra@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Ernandes Amorim (PTB-RO)
E-mail: dep.ernandesamorim@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Homero Pereira (PR-MT)
E-mail: dep.homeropereira@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Luis Carlos Heinze (PP-RS)
E-mail: dep.luiscarlosheinze@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Marcos Montes (DEM-MG)
E-mail: dep.marcosmontes@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Moacir Micheletto (PMDB-PR)
E-mail: dep.moacirmicheletto@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Moreira Mendes Moreira Mendes (PPS-RO)
E-mail: dep.moreiramendes@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Paulo Piau (PPS-MG)
E-mail: dep.paulopiau@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Reinhold Stephanes (PMDB-PR)
E-mail: dep.reinholdstephanes@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Valdir Colatto Valdir Colatto (PMDB-SC)
E-mail: dep.valdircolatto@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Quem votou contra mudança do Código Florestal:
Dr. Rosinha (PT-PR)
E-mail: dep.dr.rosinha@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Ivan Valente (PSOL-SP)
E-mail: dep.ivanvalente@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Sarney Filho (PV-MA)
E-mail: dep.sarneyfilho@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Ricardo Tripoli (PSDB-SP)
E-mail: dep.ricardotripoli@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
E-mail: dep.rodrigorollemberg@camara.gov.br
Página na Câmara dos Deputados"
Rafael Cruz
Coordenador de campanha
Greenpeace "
VAMOS FICAR A FAVOR DO VERDE!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Guerra ao café
O que o aumento da produção de café de Minas Gerais tem a ver com o consumo mundial de drogas? Para a Colômbia e o México, tem tudo a ver. O jornal britânico Financial Times publicou hoje uma reportagem sobre a ofensiva de produtores colombianos e mexicanos contra o café brasileiro. Isso porque a bolsa de commodities de Nova York, a Ice Futures US, cogita incluir o grão brasileiro no contrato futuro de café arábica, do tipo despolpado. O contrato determina o padrão de qualidade do café negociado. Hoje, a produção de 19 países é referendada pela Ice, entre eles, Quênia, Nova Guiné e, obviamente, Colômbia. O Brasil, maior produtor mundial, não está nesse grupo de elite. Mas como a produção brasileira de café de qualidade está em franca expansão, a Ice estuda a inclusão do país na lista – o que valorizaria o grão nacional. A gritaria da concorrência foi imediata. O argumento dos colombianos é obtuso: o contrato da Ice estimularia os produtores brasileiros a cultivar uma quantidade muito maior de café de qualidade, roubando participação de mercado de países como Colômbia e México. Sem opção, os cafeicultores desses países deixariam de cultivar o grão para produzir coca – a matéria-prima da cocaína. “Eles apelam sistematicamente a esse tipo de argumento”, diz Guilherme Braga, diretor do Conselho de Exportadores de Café. “Qualquer movimento que favoreça a cafeicultura brasileira é contra-atacado com ameaças de expansão da produção de drogas”.
Em 2004, uma discussão semelhante rondou a Ice – que tem total interesse em colocar o grão brasileiro no contrato comercializado (afinal, o mercado futuro tem de espelhar o mercado físico). Na época, o lobby colombiano convenceu vários congressistas americanos, que fizeram pressão para a proposta ser engavetada. Afinal, os Estados Unidos gastam fábulas com o programa de combate ao narcotráfico na Colômbia – em 2009, foram nada menos que 720 milhões de dólares.
Com ou sem o aval da Ice, o café brasileiro de qualidade continua ganhando o mercado externo. No ano passado, foram exportadas 3,5 milhões de sacas (pouco mais que 10% do total comercializado pelo país), dez vezes mais que o volume do ano 2000. Outro sinal do reconhecimento é de quem realmente entende da xicrinha. Em maio, Dub Hay, vice-presidente da rede Starbucks, esteve no Brasil e disse que mais de 50% do café que será importado pela rede em 2010 deverá vir do país.
Fonte:Portal Exame
Em 2004, uma discussão semelhante rondou a Ice – que tem total interesse em colocar o grão brasileiro no contrato comercializado (afinal, o mercado futuro tem de espelhar o mercado físico). Na época, o lobby colombiano convenceu vários congressistas americanos, que fizeram pressão para a proposta ser engavetada. Afinal, os Estados Unidos gastam fábulas com o programa de combate ao narcotráfico na Colômbia – em 2009, foram nada menos que 720 milhões de dólares.
Com ou sem o aval da Ice, o café brasileiro de qualidade continua ganhando o mercado externo. No ano passado, foram exportadas 3,5 milhões de sacas (pouco mais que 10% do total comercializado pelo país), dez vezes mais que o volume do ano 2000. Outro sinal do reconhecimento é de quem realmente entende da xicrinha. Em maio, Dub Hay, vice-presidente da rede Starbucks, esteve no Brasil e disse que mais de 50% do café que será importado pela rede em 2010 deverá vir do país.
Fonte:Portal Exame
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Ameaça aos botos
Há pelo menos dez anos, pescadores caçam botos na Amazônia para produzir isca e fisgar o piracatinga. Mas até agora agentes ambientais só souberam sobre a ocorrência do crime por meio de relatos de ribeirinhos e rastros deixados para trás, como gaiolas de caça. A fiscalização não flagrou nenhum infrator.
Levantamento do Instituto Mamirauá indica que o quilo do piracatinga é vendido por R$ 0,40 a 0,80 pelo pescador e por R$ 2,80 nos barcos frigoríficos. No mercado de peixes de Bogotá, cada quilo custa R$ 4,40, valor que sobe para R$ 16 em outros mercados. A caça de botos é considerada crime ambiental, com pena que vai de seis meses a um ano de detenção. A punição pode ser multiplicada três vezes caso a caça seja comercial.
Fonte:Globo Amazônia
Levantamento do Instituto Mamirauá indica que o quilo do piracatinga é vendido por R$ 0,40 a 0,80 pelo pescador e por R$ 2,80 nos barcos frigoríficos. No mercado de peixes de Bogotá, cada quilo custa R$ 4,40, valor que sobe para R$ 16 em outros mercados. A caça de botos é considerada crime ambiental, com pena que vai de seis meses a um ano de detenção. A punição pode ser multiplicada três vezes caso a caça seja comercial.
Fonte:Globo Amazônia
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Vazamento de Petróleo continua
No dia 20 de abril (sexta-feira), ocorreu uma explosão seguida pelo afundamento da plataforma Deepwater Horizon localizada no Golfo do México. A plataforma de petróleo era operada pela empresa britânica: British Petroleum (BP).
Bem, hoje fazem exatamente 36 dias de vazamento e quase nada resolvido. O que me irrita é que a catástrofe está aí... o que será da vida marinha agora?
Está sendo lançado ao mar 5 mil barris de petróleo na costa dos EUA. Algumas medidas foram tomadas para evitar que a mancha de petróleo atingisse áreas como o pântano localizado em Louisiana, habitat de várias espécies da fauna e flora locais; A contenção da mancha foi feita com barreiras comumente utilizadas em acidentes como este. Outra medida também foi tomada: equipes de emergência estão isolando em bóias a mancha de petróleo e provocando incêndio nesta, para que o petróleo seja eliminado.
No entanto, essas medidas não vêm obtendo sucesso por alguns fatores: os ventos na área estão extremamente fortes, o que implica na aproximação da mancha ao continente conseqüentemente aproxima-se de áreas e praias que são refúgios de vida selvagem; a queima do petróleo implica em eliminação de resíduos, o que causa poluição nas águas da costa americana.
Enquanto isso estamos esperando... e a natureza também!
Bem, hoje fazem exatamente 36 dias de vazamento e quase nada resolvido. O que me irrita é que a catástrofe está aí... o que será da vida marinha agora?
Está sendo lançado ao mar 5 mil barris de petróleo na costa dos EUA. Algumas medidas foram tomadas para evitar que a mancha de petróleo atingisse áreas como o pântano localizado em Louisiana, habitat de várias espécies da fauna e flora locais; A contenção da mancha foi feita com barreiras comumente utilizadas em acidentes como este. Outra medida também foi tomada: equipes de emergência estão isolando em bóias a mancha de petróleo e provocando incêndio nesta, para que o petróleo seja eliminado.
No entanto, essas medidas não vêm obtendo sucesso por alguns fatores: os ventos na área estão extremamente fortes, o que implica na aproximação da mancha ao continente conseqüentemente aproxima-se de áreas e praias que são refúgios de vida selvagem; a queima do petróleo implica em eliminação de resíduos, o que causa poluição nas águas da costa americana.
Enquanto isso estamos esperando... e a natureza também!
Assinar:
Postagens (Atom)